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Archive for the ‘Textos’ Category


No dia de celebrar os mortos, uma sequência de haikais.

 

Dark Samhain

Dark Samhain

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Depois de um longo e tenebroso inverno, uma faisquinha pulou na minha cabeça e escreveu um textículo. Não sei se é poesia, se é uma narrativa estrofada ou uma mera epifania, mas ei-lo:

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Esta poesia me surgiu de forma febril numa noite desconfortável. Rolava de um lado para o outro da cama, feito rosbife na frigideira. Resolvi pegar meu celular e mandar um e-mail pra mim mesmo com uma poesia branca reconfortante. Li e dormi.

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Acabei de ler o artigo de Danuza Leão sobre o enfado da vida dos ricos pela ostentação de artigos de luxo estar com o charme diminuído, afinal, segundo o texto, ” ir a Nova York ver os musicais da Broadway já teve sua graça, mas, por R$ 50 mensais, o porteiro do prédio também pode ir, então qual a graça?”.

Esforçando-me para deixar o elitismo plutocrático, o horror à pobre e outros vieses dessa sorte naturalmente presentes no olhar de Danuza, percebo uma dificuldade presente não só no discurso de Danuza, mas no de quase todas as pessoas. Parafraseando a autora: “(…) a pergunta é: o que se pode fazer de diferente, original, para deslumbrar os amigos e mostrar que se é um ser raro, com imaginação e criatividade, diferente do resto da humanidade?”

Difícil responder essa pergunta. Talvez todos estamos atrás dessa resposta. Infelizmente, pelo mesmo viés da autora, pelo consumismo. Ter uma ocupação nobre, distinção de status pelo carro, pela casa, pela conta bancária, entre outros, parece para nossa sociedade o objetivo final de realização. Porém, como a própria autora falou, e quando se tem isso tudo? O que fazer? Se trancar e sumir da existência? Se pensarmos assim, a realização material é mesmo o fim da linha, já que, um dia, todos seus amigos terão um carro de 25 metros com o conforto de uma mansão ou casas do tamanho e facilidades de um pequeno bairro, assim como terão viajado pelos sete mares num zepelim particular.

E se pensássemos com outro viés não-consumista? E se a felicidade não viesse, como nos contos árabes, pela coisa mais rara, cara, exclusiva e delicada possível? E se ela viesse de dentro de nós, não como alegria insuplantável ou emoção constante, mas apenas como a construção do ser a vir-a-ser o que se é? O Daniel potencial que mora dentro de mim e que virá-a-ser o que ele tem que ser é um ser criativo e raro o suficiente para “impressionar os amigos” e trazer o conforto de se estar bem habitando o interior da própria pele, com ou sem a dinheirama que Danuza desfia.

Qual a sua opinião? Leia o artigo e comente abaixo!

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/danuzaleao/1190959-ser-especial.shtml

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Flotar da Seda


E se os monstros fossem só entidades ofendidas?

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Arjuna


E se o inimigo só puder ser vencido com o sangue do herói?

Arjuna e Ravana

Arjuna e Ravana

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Rítmica


Para um bom setembro, uma boa reflexão.

Luz no fim do horizonte
Luz no fim do horizonte

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