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Posts com Tag ‘Poesia’

Voltando para casa, pensei numa palavra, “JOR”. Não sei o que quer dizer, mas comecei a fazer muitas associações, até que comecei a pensar na Jornada do Cotidiano, nos Jornais Sangrentos, na falta de poesia dos Jornalistas, na paciência de Jó, no Jorge Ben Jor… Enfim, fiz tanta associação que acabou cozinhando essa idéia na [...]

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Beltaine está chegando. Meu sangue mágico ferve de expectativa pela noite que finalmente serei coroado. Enquanto essas duas semanas não passam, escrevo e sonho.  

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Sigo na minha fase religiosa. A seguinte trova desorganizada me apareceu hoje e, como eu sinto falta de postar algo aqui, resolvi colocá-la para mostrar que, eu não pereci apesar de parecer que pereci.  

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Hoje, eu resolvi exprimir meu amor pelos meus amigos e meu ódio pelos esteriótipos, tudo num só texto!

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E se a inspiração não arrebatasse como um raio? E se fosse como uma fogueira?

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Para uma noite fria, os pensamentos de uma mente fresca.

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Hoje vou tentar uma técnica de escrita que aprendi numa aula de Merleau-Ponty: Não pensar, deixar que minhas mãos façam a reflexão e a construção do texto. Bom, vejamos no que vai dar:

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A poesia de hoje fala sobre vibrações, no sentido do ritmo que tocamos em nossa vida. Tem gente que corre, tem gente que trabalha, tem gente que não se adianta, mesmo se impelindo com todas suas forças para frente. Mas, por que a vida não as facilita?

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Primeiramente, me desculpem pela quantidade absurda de tempo sem postar algo. Esses últimos meses têm sido minha nêmese. Muita coisa para se preocupar, muitos livros para ler, muito trabalho de faculdade para fazer, muito para estrategizar no estágio… Enfim, hoje vou matar esse meu jejum escrevendo seis pequenos haikais na lata. É a semente de [...]

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Agora, neste pequeno espaço, limpo minha vida da minha fase no Recanto das Letras, migrando todos meus textos antigos que faltavam ser recolhidos para este único post. Será longo e a maioria dos textos não serão lidos por quem visitar o post, mas quem quiser saber de elucubrações das mais antigas, trovas, poesias, divagações e [...]

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A poesia de hoje foi feita a quatro mãos: do Mago Patológico e da Cereja das Brumas. Achei-a extremamente onírica e vivaz.

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Outra poesia antiga, direto do Túnel do Tempo. Peguei versos bonitos de poemas modernistas e costurei tudo junto. Eis aqui o resultado.

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Vida que flui

Comemorando uma nova fase de minha vida, escrevo uma poesia dedicada ao meu amor!

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Hoje, vou postar uma das poesias que mais gosto, e ainda assim, uma das que mais me revolta. Reforço que todos os créditos dela vão para Manuel Bandeira, o verdadeiro inspirador e estruturador desse meu humilde escrito.  

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Hoje olhei para como a vida pode ser desproporcional. E, inspirado, escrevi uma poesia pensando sobre uma nuvem e um relatório. Crédito pelo título à minha grande amiga Carluxas. Edit 02/04: Percebi que o texto está incompleto. Vou escrever mais depois.   Iceberg

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Nos outros posts, já falei sobre como escrever e como imaginar um haikai. Agora, trago a vocês uma nova modalidade de poesia minimalista, o tanka (em japonês, pequena poesia)  

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Para comemorar meu quinquagésimo post, coloco aqui as poesias mais raras e sublimes, feitas a quatro mãos! A primeira é a mais antiga, feita numa noite de inspiração, nas janelas do MSN com um grande amigo poeta meu, O Trovador Nômade. A segunda foi encerrada hoje, coroada com o título dado pela minha grande amiga [...]

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Fui ao teatro hoje. Senti-me com o mesmo assombro que Sócrates ou Platão, quando sentiam na pele a estranheza e a numinosidade de uma tragédia encenada. Mas, como um bom poeta, resolvi deixar impressas minhas… impressões!  

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De vez em quando, me sento e escrevo uma torrente de haikais, para então ficar um bom tempo sem tocar no assunto. Desde o começo do ano até agora, eis o que escrevi  

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Para hoje, uma das poesias que mais gosto. Ela é auto-hermética, e fala da força interna que estou descobrindo em mim.    

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A poesia de hoje é um saudoso ode às noites de abdução criativa.  

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Para o dia de hoje, uma poesia. Uma das primeiras, se não a primeira que fiz com o intuito de mostrar para outras pessoas.

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Feliz Ano Novo Chinês! Esse será o Ano do Boi.   Para abrir o ano novo chinês, escolhi postar agora um texto não tão antigo, que escrevi na tarde de ano novo de 2009.  

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Hoje, falarei um pouco mais sobre os haikais, pormenorizando o que comecei no Didática 1. Como disse antes, haikais são uma forma de poesia japonesa tradicional, que valoriza pequenos detalhes da vida. Por ser extremamente curta, o poeta tem que ter muito auto-controle e um senso seletivo, para conseguir manter apenas o essencial para a [...]

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Hoje, trago a vocês uma poesia nova, bolada no chuveiro, enquanto alongava os braços para cima (sim, adoro me alongar no banho) Espero que seja do agrado de vocês. E não é que fiz um soneto?       

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O post de hoje foi feito no Dia do Trabalho do ano passado (primeiro de maio de 2008), numa divagação filosófica muito difícil. Tentei traçar o que a poesia contribui para a filosofia. Vejam no que deu esse conúbio.

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Como sou ladrão de ótimas idéias, resolvi roubar a idéia do Rafa e fazer minha antologia do site. E, como não poderia faltar, também postarei um textículo antigo sobre a origem da minha antologia.                            

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Hoje, resolvi escrever sobre haikais, um tipo de poesia que adoro. Haikais são uma forma tradicional de poesia japonesa minimalista, com poucas sílabas poéticas. São compostos de três versos, com 5-7-5 sílabas poéticas (abuse das elisões e das proparoxítonas). Geralmente se retrata uma cena ou uma situação, muito sucintamente. Na forma tradicional do haikai, ao menos [...]

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O terceiro texto antigo, de primeiro de novembro de 2007. Me lembro de ter escrito esse texto inspirado em duas filosofias muito correntes na época: o The Secret e a Seicho-no-Ie

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  Outro texto antigo, de 17 de Janeiro de 2008. Inspirado nas divagações do mestre Raul Seixas e na doutrina thelêmica, escrevi uma declamação de auto-afirmação.  

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