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Arquivo da categoria ‘Arte’

Muitas mudanças na minha vida. Reformas internas e externas estão ocorrendo. Fica registrado esse momento com um poeminha.

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Mais um regime de posts, mais uma inspiração. Vamos fazer desse lugar um post que valha a pena? Favos Melíferos ou Ceras Serosas Daniel Cavalcante 28/01/2011

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Voltando para casa, pensei numa palavra, “JOR”. Não sei o que quer dizer, mas comecei a fazer muitas associações, até que comecei a pensar na Jornada do Cotidiano, nos Jornais Sangrentos, na falta de poesia dos Jornalistas, na paciência de Jó, no Jorge Ben Jor… Enfim, fiz tanta associação que acabou cozinhando essa idéia na [...]

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Sigo na minha fase religiosa. A seguinte trova desorganizada me apareceu hoje e, como eu sinto falta de postar algo aqui, resolvi colocá-la para mostrar que, eu não pereci apesar de parecer que pereci.  

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Hoje, eu resolvi exprimir meu amor pelos meus amigos e meu ódio pelos esteriótipos, tudo num só texto!

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Fazia tempo que não escrevia uma poesia mais modernista, sem estrofes ou rimas. Resolvi escrever uma.

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Hoje, um pequeno conto da imaginação infantil, que imaginei agora pouco, sem pensar.

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E se a inspiração não arrebatasse como um raio? E se fosse como uma fogueira?

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Para uma noite fria, os pensamentos de uma mente fresca.

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Um dia novo, um post novo, uma crônica nova e uma expectativa nova.

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Hoje vou tentar uma técnica de escrita que aprendi numa aula de Merleau-Ponty: Não pensar, deixar que minhas mãos façam a reflexão e a construção do texto. Bom, vejamos no que vai dar:

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A poesia de hoje fala sobre vibrações, no sentido do ritmo que tocamos em nossa vida. Tem gente que corre, tem gente que trabalha, tem gente que não se adianta, mesmo se impelindo com todas suas forças para frente. Mas, por que a vida não as facilita?

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Agora, neste pequeno espaço, limpo minha vida da minha fase no Recanto das Letras, migrando todos meus textos antigos que faltavam ser recolhidos para este único post. Será longo e a maioria dos textos não serão lidos por quem visitar o post, mas quem quiser saber de elucubrações das mais antigas, trovas, poesias, divagações e [...]

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A poesia de hoje foi feita a quatro mãos: do Mago Patológico e da Cereja das Brumas. Achei-a extremamente onírica e vivaz.

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Há tempos que não me sentava e começava a escrever. Pois bem, abaixo farei uma pequena divagação sobre uma das minhas maiores paixões, a do desconhecido e da arte de explorá-lo.

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Hoje, vou postar uma das poesias que mais gosto, e ainda assim, uma das que mais me revolta. Reforço que todos os créditos dela vão para Manuel Bandeira, o verdadeiro inspirador e estruturador desse meu humilde escrito.  

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Para comemorar meu quinquagésimo post, coloco aqui as poesias mais raras e sublimes, feitas a quatro mãos! A primeira é a mais antiga, feita numa noite de inspiração, nas janelas do MSN com um grande amigo poeta meu, O Trovador Nômade. A segunda foi encerrada hoje, coroada com o título dado pela minha grande amiga [...]

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Fui ao teatro hoje. Senti-me com o mesmo assombro que Sócrates ou Platão, quando sentiam na pele a estranheza e a numinosidade de uma tragédia encenada. Mas, como um bom poeta, resolvi deixar impressas minhas… impressões!  

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Hoje, vou postar outro texto antigo, mas não tanto. Parece mágico como os poetas do mundo conseguem ficar inebriados sem tomar ao menos uma dose de tóxico. Até lembro de um dia. Estava numa festa de aniversário, num snooker bar. O colega de um amigo meu puxou-o no canto e perguntou: – O Daniel ali [...]

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Para o dia de hoje, colocarei um dos meus textos mais tresloucados. Neste, conto todas as divagações e imagens de uma meditação ativa que tive. Foi muito real.

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Mostrarei para vocês hoje idéias de auto-conhecimento, que todos tinham quando eram crianças, mas que foram esquecendo ao longo do tempo. Olhem para seus pés, sua nuca, sua bocheca, seu umbigo. Você lembrava deles antes de eu te fazer lembrar?    

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Hoje, falarei um pouco mais sobre os haikais, pormenorizando o que comecei no Didática 1. Como disse antes, haikais são uma forma de poesia japonesa tradicional, que valoriza pequenos detalhes da vida. Por ser extremamente curta, o poeta tem que ter muito auto-controle e um senso seletivo, para conseguir manter apenas o essencial para a [...]

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Como sou ladrão de ótimas idéias, resolvi roubar a idéia do Rafa e fazer minha antologia do site. E, como não poderia faltar, também postarei um textículo antigo sobre a origem da minha antologia.                            

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Hoje, resolvi escrever sobre haikais, um tipo de poesia que adoro. Haikais são uma forma tradicional de poesia japonesa minimalista, com poucas sílabas poéticas. São compostos de três versos, com 5-7-5 sílabas poéticas (abuse das elisões e das proparoxítonas). Geralmente se retrata uma cena ou uma situação, muito sucintamente. Na forma tradicional do haikai, ao menos [...]

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