“Cordel Direto do Túnel do Tempo” Ou “Todos os posts faltantes em apenas um”

Agora, neste pequeno espaço, limpo minha vida da minha fase no Recanto das Letras, migrando todos meus textos antigos que faltavam ser recolhidos para este único post. Será longo e a maioria dos textos não serão lidos por quem visitar o post, mas quem quiser saber de elucubrações das mais antigas, trovas, poesias, divagações e outras coisas, podem encontrar em algum dos títulos abaixo.

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Roda Viva

A poesia de hoje foi feita a quatro mãos: do Mago Patológico e da Cereja das Brumas. Achei-a extremamente onírica e vivaz.

Hagalaz - Runa da Transformação Violenta

Hagalaz - Runa da Transformação Violenta

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Poesia Anti-Patriótica

Outra poesia antiga, direto do Túnel do Tempo. Peguei versos bonitos de poemas modernistas e costurei tudo junto. Eis aqui o resultado.

Brasil, mostra a sua cara

Brasil, mostra a sua cara

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Sade, Diz-Moi: Um Relato do Trio Elétrico

Direto do Túnel do Tempo, um textinho refletindo sobre quando um quer e o outro não. Vale mais sacrificar-se pela felicidade do outro ou impôr sua vontade?

(“Sade, Diz-Moi” é uma frase da música Sadeness, do Enigma)

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Uma nova rota

Há tempos que não me sentava e começava a escrever. Pois bem, abaixo farei uma pequena divagação sobre uma das minhas maiores paixões, a do desconhecido e da arte de explorá-lo.

Círculo Mágico

Círculo Mágico

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Vida que flui

Comemorando uma nova fase de minha vida, escrevo uma poesia dedicada ao meu amor!

Arcano VI - O Enamorado

Arcano VI - O Enamorado

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Anti-Poética

Hoje, vou postar uma das poesias que mais gosto, e ainda assim, uma das que mais me revolta.

Reforço que todos os créditos dela vão para Manuel Bandeira, o verdadeiro inspirador e estruturador desse meu humilde escrito.

 

Metropolitan Museum of Art

Metropolitan Museum of Art

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Erudição: O tesouro e a máscara

Após ler uma resenha crítica sobre a erudição na wikipédia, resolvi escrever meus pensamentos sobre o que seria essa tal de vastidão de conhecimento.

 

O Erudito - Rogério Borges

O Erudito - Rogério Borges

 

 

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Divagações Sobre Nada

Hoje, só quero escrever idéias sem noção temporal, causal ou espacial. hoje só quero falar de nada.

 

Uma palavra vale por mil imagens.

Este texto, mais de trezentas mil,

Ou nenhuma

 

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Lira de Libra

Hoje olhei para como a vida pode ser desproporcional. E, inspirado, escrevi uma poesia pensando sobre uma nuvem e um relatório. Crédito pelo título à minha grande amiga Carluxas.

Edit 02/04: Percebi que o texto está incompleto. Vou escrever mais depois.

 

Iceberg
Iceberg

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Entropia – A morte da inspiração

 

Já fazia algum tempo que não colocava novos textos velhos nesse blog. Talvez seja porque esteja numa fase entrópica. Aí abaixo, há o texto que escrevi há anos atrás, quando me senti assim pela primeira vez.

 

A Roda - Marcel Duchamp

A Roda - Marcel Duchamp

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A didática dos Haikais – Especial Tanka

Nos outros posts, já falei sobre como escrever e como imaginar um haikai. Agora, trago a vocês uma nova modalidade de poesia minimalista, o tanka (em japonês, pequena poesia)

 

Monte Fuji visto através da Ponte Mannen, em Fukugawa

Monte Fuji visto através da Ponte Mannen, em Fukugawa - ukyio-e Katsushita Hokusai

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(Des)construções (Anti)poéticas (Des)conjuntas

Para comemorar meu quinquagésimo post, coloco aqui as poesias mais raras e sublimes, feitas a quatro mãos!

A primeira é a mais antiga, feita numa noite de inspiração, nas janelas do MSN com um grande amigo poeta meu, O Trovador Nômade. A segunda foi encerrada hoje, coroada com o título dado pela minha grande amiga poetisa, A Cereja das Brumas.

 

Salvador Dalí - O Barco

Salvador Dalí - O Barco

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Sonho de Minha Casa

Nesses dias, fiquei a imaginar um lar. Uma casa para mim. Que seja realmente meu solo, e que nada nem ninguém pudesse me desenraizar ou tirar-me o direito de ser e estar como bem entendo.

 

Floração em uma casa do hemisfério norte

Floração em uma casa do hemisfério norte

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Odeon

Fui ao teatro hoje. Senti-me com o mesmo assombro que Sócrates ou Platão, quando sentiam na pele a estranheza e a numinosidade de uma tragédia encenada.

Mas, como um bom poeta, resolvi deixar impressas minhas… impressões!

 

Teatro Imprensa - São Paulo, SP

Teatro Imprensa - São Paulo, SP

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Almoçando no Brejo, Engolindo Sapos ou Obediência, a que Custo?

Hoje, uma crônica antiga, baseada somente em diálogos. Espero que entendam quais personagens falam.

 

Francesco Hayez, A destruição do Templo de Jerusalém (1867)

Francesco Hayez, A destruição do Templo de Jerusalém (1867)

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A certeza do místico – Reflexões sobre a teurgia

Confesso, o texto de hoje é um auto-hermetismo que já não mais me faz sentido…

 

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Equinócio de Primavera

No dia do início da Primavera do ano passado, aguardei ansiosamente para escrever um poema em dedicatória à uma estação do ano. Esse foi o início do meu crescimento psíquico, sem medo de ser eu mesmo. Segue abaixo o que deu.

 

Stonehenge

Stonehenge

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A prática dos Haikais – Volume 1

De vez em quando, me sento e escrevo uma torrente de haikais, para então ficar um bom tempo sem tocar no assunto.

Desde o começo do ano até agora, eis o que escrevi

 

A Grande Onda de Kanagawa - Hokusai

A Grande Onda de Kanagawa - Katsushika Hokusai

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O Poeta e suas Alucinações

Hoje, vou postar outro texto antigo, mas não tanto.

Parece mágico como os poetas do mundo conseguem ficar inebriados sem tomar ao menos uma dose de tóxico.

Até lembro de um dia. Estava numa festa de aniversário, num snooker bar. O colega de um amigo meu puxou-o no canto e perguntou:

- O Daniel ali já deve estar bem calibrado, não?

- Ele não bebe, cara…

 

O Peixe Oculto

O Peixe Oculto

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O feitiço da noite – Ensaio sobre as horas escuras

Faltam poucos textos para acabar de vez minha migração para minha casa própria, o blog do WordPress! Hoje, posto para vocês uma velha, velha, velha divagação… Quando gostava de reescrever os fenômenos corriqueiros como sobrenaturais e espantosos, desnaturalizando a paisagem.

 

Kaguhayime, a Princesa da Lua

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Jejum

Ainda tenho muitos textos a postar, mas resolvi pausar a postagem por alguns dias. Descobri como é bom parar de fazer o que se faz rotineiramente e exaustivamente e procurar fazer outra coisa. Li um dos melhores livros da minha vida (As Mil e Uma Noites - Alf Lailah Oua Lailah), meditei mais, fiz mais coisas em casa… Resolvi largar o vício de ficar o dia inteiro colado na frente do computador, esperando e-mails aleatórios e amigos do MSN. Logo logo vou desligar o computador, mas antes vou deixar uma poesia.

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Post Interativo: Primeira ágora das inquietações

Hoje, tive uma idéia que gostei muito (como sempre, elaborei-a durante o banho). Como adotei um tema de ágora no blog, por que não abrir uma discussão?

Vou escrever algumas questões inquietantes, identificadas por um número. Quem ler, pode responder, divagar ou refutar alguma ou todas as questões enumeradas. Quando eu receber o comentário, colo abaixo da questão, junto com o nome e procedência (blog ou site) do comentarista. então o próximo comentarista comenta a questão em si ou a réplica de algum comentário.

Como parece complicado até pra mim no jeito que escrevi, vou dar um exemplo.

Exemplo:

  1. “A única verdade que temos é a morte”

 

 

E por aí vai…

Vamos então às idéias

Idéia 1: Continue lendo

Escrita com N Títulos

Auto-hermetismo quentinho, direto das prensas da janela de chat do MSN. Escrevi depois de um grande amigo meu contar suas aventuras do último fim de semana dele na sua cidade natal. Algumas coisas que contou causariam êxtase em algumas pessoas, mas me estarreceu que ainda estou abalado até agora. No fim (ainda não no fim, pois ainda estou conversando com ele), resolvi escrever na janela do chat as seguintes palavras.

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Gostinho de Sexta-Feira

Um dia, ouvi o contagio de um mantra no MP3. Conto abaixo como é, poeticamente. Outro Auto-Hermetismo, dos mais bonitos que já escrevi.

 

Om Mani Padme Hum

Om Mani Padme Hum

 

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Marginal Tietê e a Montanha-Russa Quebrada

Para hoje, uma tragicomédia. E eu estava nela, como protagonista! Um bufão no trânsito de São Paulo.

 

O Olho - Museu Oscar Niemeyer. Curitiba, PR

O Olho - Museu Oscar Niemeyer. Curitiba, PR

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In Memoriam: Caroline Piasseschi Bernardin

No dia onze de outubro de 2008, uma grande amiga minha, que estudava na minha classe de psicologia, faleceu. Carolzinha, como era apelidada, deixou com sua morte um mar de pensamentos, emoções e esclarecimentos.

Dentre todos, escrevi dois.

 

 

Caroline Piasseschi Bernardin

Caroline Piasseschi Bernardin

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Fogo

Para hoje, uma das poesias que mais gosto. Ela é auto-hermética, e fala da força interna que estou descobrindo em mim.

 

Hefesto

Hefesto

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Noites de Outrora

A poesia de hoje é um saudoso ode às noites de abdução criativa.

 

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Pandemônio da Era do Fogo no Parquinho

Hoje, relato uma rapsódia da vida de inspetor de alunos, quando o controle se esfumaça.

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As Mutações – Minha Evolução

O texto de hoje é um dos que chamo de auto-heméticos. Eles não significam nada para outras pessoas, e às vezes nem para mim mais. Faziam sentido quando eu escrevi e enquanto estava naquele ciclo, mas agora são praticamente incompreensíveis.

 

Moedas do I Ching

Moedas do I Ching

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Primeiro ensaio sobre Daemon – A Inteligência

Hoje, mostrarei um dos textos que mais gosto, pois é incompleto. Espero o toque de vocês para completar este escrito.

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O Mestre

O dia de hoje pede uma crônica.

Há algum tempo atrás eu tive uma experiência muito importante com um mestre extremamente austero. Nos dias atuais, não tenho mais nenhum receio quanto a adquirir conhecimento, mas não veio de graça tal evolução do pensamento.

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Um Momento de Contemplação

Para o dia de hoje, colocarei um dos meus textos mais tresloucados.

Neste, conto todas as divagações e imagens de uma meditação ativa que tive.

Foi muito real.

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O Diário de Amanda

Hoje, vou contar uma história sobre a resolução de uma criança em busca dos seus objetivos.

Ela era pequena e levinha, mas queria ir no balanço.
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Valsa Galileica

Para o dia de hoje, uma poesia. Uma das primeiras, se não a primeira que fiz com o intuito de mostrar para outras pessoas.

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O Bruxo das Árvores

Hoje, postarei uma crônica muito interessante sobre a capacidade infantil de acreditar e desacreditar.

Isso foi um fato real.

PS: Aos que se perguntarem, eu sou um personagem nessa história.

 

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O Retorno à Shangri-La: Uma Viagem que Surtiu Pensamentos

Fazia tempo que não postava um texto antigo da minha época esotérica. Esse texto foi escrito em três dias, e é um dos que eu mais gosto. Foi um relato de uma das viagens mais inesquecíveis que fiz.

 

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Começo o Ano Novo

Feliz Ano Novo Chinês! Esse será o Ano do Boi.

Horóscopo Chinês

Horóscopo Chinês

 

Para abrir o ano novo chinês, escolhi postar agora um texto não tão antigo, que escrevi na tarde de ano novo de 2009.

 

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Partes do Corpo que a gente nem pensa

Mostrarei para vocês hoje idéias de auto-conhecimento, que todos tinham quando eram crianças, mas que foram esquecendo ao longo do tempo. Olhem para seus pés, sua nuca, sua bocheca, seu umbigo. Você lembrava deles antes de eu te fazer lembrar?

 

O Homem - Leonardo Da Vinci

O Homem - Leonardo Da Vinci

 

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A didática dos Haikais – Parte 2

Hoje, falarei um pouco mais sobre os haikais, pormenorizando o que comecei no Didática 1. Como disse antes, haikais são uma forma de poesia japonesa tradicional, que valoriza pequenos detalhes da vida. Por ser extremamente curta, o poeta tem que ter muito auto-controle e um senso seletivo, para conseguir manter apenas o essencial para a beleza da composição

 

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Mente Vazia é Oficina do Diabo (?)

Hoje, meu post é um dos mais moralistas que vocês verão por aqui. Além de um dos mais polêmicos e criticados. Sem ocupação na mente, fofocas e paranóias tomam nossos pensamentos, sem percebermos nenhum desses movimentos. Espero não ofender ninguém.

 

Il Trillo del Diavolo - Giuseppe Tartini

Il Trillo del Diavolo - Giuseppe Tartini

 

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Votos nulos e brancos: O que são, suas verdades e mitos

Continuando na onda polêmica, trouxe do túnel do tempo um artículo explicativo sobre o que descobri acerca dos votos nulos e brancos. Como a próxima eleição é daqui a dois anos, temos muito tempo para decidir o que fazer. Não está lá muito bem escrito, mas é legível…

 

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(M)eu templo

Hoje, trago a vocês uma poesia nova, bolada no chuveiro, enquanto alongava os braços para cima (sim, adoro me alongar no banho)

Espero que seja do agrado de vocês.

E não é que fiz um soneto?

 

  

 

Oráculo de Delfos, Grécia

Oráculo de Delfos, Grécia

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Sendo Adulto

 

 

 

Reservei para o dia de hoje um post sobre amadurecimento. Prefiro que este texto fale por si só.

A Apoteose de Homero - Jean Auguste Dominique Ingres

A Apoteose de Homero - Jean Auguste Dominique Ingres

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Deus Existe – Silogismo Matemático-Filosófico

Hoje, resolvi postar um texto muito polêmico da minha parte. Através dele, uso de lógica para provar a existência de Deus com matemática.

Sim, esse pensamento contém falhas. Quem souber onde, indique!

 

Céu Infinito - Gustavo Urias

 

 

Céu Infinito - Gustavo Urias

 

 

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A linguagem da natureza e das possibilidades – Ensaio sobre os números e a matemática

O post de hoje é uma divagação elogiando a matemática como linguagem do natural. Pode parecer estranha essa constatação vinda de um estudante de humanas, mas percebi ser inestimável esta contribuição dos sábios de antigamente.

 

Pi

 

 

Pi

 

 

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Despetalado – Pensamentos sobre o Orgulho e Devastação

Hoje, o post do túnel do tempo será mais sorumbático. Falarei do orgulho excessivo, da cegueira que o nariz empinado causa. Os gregos tinham uma palavra para esta soberba, “hubris”. Nas suas histórias, os heróis eram sempre seduzidos pelo orgulho de seu enorme poder, mas quando caiam em hubris, encontravam um fim doloroso e humilhante. Aquiles, por exemplo, morreu na porta da cidade de Tróia, por uma fecha mal-atirada por Páris, que o atingiu no calcanhar.

Leia minha velha divagação abaixo.

(Edição: Adicionada minha resposta ao Despetalado, no fim do Post)

 

Frida Kahlo - Raizes

Frida Kahlo - Raízes

 

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Kant e o Poeta ou Da Necessidade de Escrever

O post de hoje foi feito no Dia do Trabalho do ano passado (primeiro de maio de 2008), numa divagação filosófica muito difícil. Tentei traçar o que a poesia contribui para a filosofia. Vejam no que deu esse conúbio.

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Bandas e Fanfarras

Como sou ladrão de ótimas idéias, resolvi roubar a idéia do Rafa e fazer minha antologia do site.

E, como não poderia faltar, também postarei um textículo antigo sobre a origem da minha antologia.

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“O Tirano e o Inseto” e “Elucubrações do Tirano após o Inseto”

O texto antigo de hoje é uma experiência filosofal de quando eu voltava de uma visita da USP pra casa. Escrevi o primeiro texto, a crônica d’”O Tirano e o Inseto” dia 21 de abril de 2008 e, três dias depois, escrevi uma divagação sobre o que aprendi nesse episódio. Espero que gostem.

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O Pequeno Cientista

O texto antigo de hoje é uma descrição que fiz de um episódio da piscina, uma demonstração precoce de estratégia que gostei muito. Direto do Túnel do Tempo…

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A didática dos Haikais – Parte 1

Hoje, resolvi escrever sobre haikais, um tipo de poesia que adoro.

Haikais são uma forma tradicional de poesia japonesa minimalista, com poucas sílabas poéticas. São compostos de três versos, com 5-7-5 sílabas poéticas (abuse das elisões e das proparoxítonas). Geralmente se retrata uma cena ou uma situação, muito sucintamente. Na forma tradicional do haikai, ao menos uma das palavras deve remeter à natureza ou às estações do ano. Não se pôe título nos haikais.

Fazer um haikai é tirar uma foto com caneta e lápis.

Vejam abaixo alguns haikais que fiz, no decorrer do ano passado. Como são meus primeiros, não estão lá muito trabalhados. Todos contêm imagens, para ajudar na visualização.

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O Buril do Som

Outro texto antigo, talvez minha primeira divagação filosófica. Data de 20 de dezembro de 2007. Foi um verdadeiro presente de Natal para meu professor de Bases Epistemológicas da Psicologia 1. Espero que gostem.

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Incensos…

Bom, acho que meu blog está um tanto chato, pois só tem coisa que a internet inteira já tinha acesso desde o ano passado.

Pensando nisso, resolvi escrever um pouco sobre uma coisa que eu adoro, mas muita gente tosse só de ouvir falar o nome: Incensos!
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Invocação – O Lírio

O terceiro texto antigo, de primeiro de novembro de 2007. Me lembro de ter escrito esse texto inspirado em duas filosofias muito correntes na época: o The Secret e a Seicho-no-Ie

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Máximas que eu gosto

Uma das coisas que eu mais gosto é de máximas, de idéias tão compactas e tão inteligentes que são quase obras de arte. Aí embaixo estão algumas das minhas favoritas. Espero que gostem.

 

Carta Branca - René Magritte

Carta Branca - René Magritte

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Invocação do Espírito Místico

 

Outro texto antigo, de 17 de Janeiro de 2008. Inspirado nas divagações do mestre Raul Seixas e na doutrina thelêmica, escrevi uma declamação de auto-afirmação.

 

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Quem sou eu? Reflexões sobre minh’alma

Depois de enorme resistência e uma tomada de coragem súbita, resolvi criar esse blog. Tenho muita dificuldade em aceitar participar de grupos de internet. Para eu me inscrever no MSN, foi um sufoco enorme. Resisti por 2 anos para criar um Orkut. Demorei tempos para participar de um fórum. Agora, aqui estou eu, escrevendo em um blog.

As primeiras postagens serão, na verdade, repostagens. Já tinha publicado vários textos num site anterior, mas agora prefiro ficar com o blog mesmo. No blog não há a proteção de copyright contra a seleção de texto e salvar com o clique direito que o Recanto das Letras tem, mas ninguém lê o que se escreve lá. Prefiro arriscar mais e ser mais lido do que ficar na redoma de vidro de antes. Se forem plagiar, plageiem muito BEM. Se eu descobrir… mil pulgas visitarão suas camas a cada noite.

Devem achar-me ranzinza. É só impressão. As pessoas assustadas geralmente parecem agressivas. Liguem não.

Escolhi para meu primeiro post uma divagação antiga, talvez a primeira do ciclo. Espero que gostem

Estátua do Profeta Daniel, de Aleijadinho

(Estátua do Profeta Daniel, feita por Aleijadinho)

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